Adolescentes brasileiros têm mais consciência dos seus hábitos alimentares

Adolescentes brasileiros têm mais consciência dos seus hábitos alimentares
Pesquisa Ibope revela o que pensam alunos, pais e gestores de educação em todo o país

São Paulo, outubro de 2010 – A GRSA, Soluções em Alimentação e em Serviços de Suporte, encomendou junto ao Ibope uma pesquisa sobre a realidade da alimentação nas escolas brasileiras. Foram 100 entrevistas com gestores, pais e alunos em escolas de ensino fundamental e médio e universidades de todo o Brasil, com diversos modelos de serviço de alimentação, incluindo terceirizados e auto-gestão.

Os resultados dessa pesquisa foram divulgados durante o 1º Encontro GRSA Gestores de Instituições de Ensino, ocorrido no dia 07 de outubro em São Paulo. Na ocasião, a empresa apresentou sua nova solução de alimentação para o setor de educação: Scolarest.

Principais resultados da pesquisa:
A cantina ainda é o formato mais comum de oferta de alimentação nas escolas, presente em 80% das instituições. Os alunos das escolas escolhem pelo sabor e os de faculdade pela agilidade e preço. De 60 a 70% dos alunos só comem comida da escola, ou seja, não levam a tradicional lancheira preparada em casa. Em 80% dos casos, os filhos compram lanche ou refeição pelo menos 1 vez por semana na escola. Esse número inclui restaurantes e cantinas.

Um aparente paradoxo foi constatado pelo Ibope: apesar de terem como principal hábito o consumo de salgados como coxinhas e empadinhas, a maioria dos alunos entrevistados afirmou durante a pesquisa que gostariam de ter nas cantinas das escolas mais opções como saladas, frutas e cereais integrais.

“As pessoas hoje têm mais acesso à informação e está claro para todos, mesmo para os mais jovens, que a boa alimentação é a base para o desenvolvimento físico, psicológico e intelectual da criança”, afirma Celia Martins, Diretora da Divisão Educação da GRSA. “Por isso é fundamental que esse serviço esteja nas mãos de profissionais de nutrição com o know-how adequado às necessidades de crianças e adolescentes”, finaliza.

Outro dado interessante é que, do lado das escolas, 80% dos gestores acreditam que os alunos não têm uma rotina alimentar saudável em casa. A alimentação, aliás, é um dos temas em constante pauta nas instituições, sendo debatido semanalmente na maioria delas.

Ao mesmo tempo, os pais cobram que a escola estimule o consumo de refeições mais balanceadas, reforçando a responsabilidade destas. Além disso, cerca de metade dos familiares também costumam comer na escola dos filhos. 

Segundo Célia, “a profissionalização do setor ainda é pequena, e avança em ritmo gradual. Ainda é pouco presente a empresa especializada em alimentação nas escolas. Isso explica em parte a carência de qualidade nutricional, baixa segurança alimentar e pouca variedade”.

É consenso entre os gestores que a terceirização é uma das opções mais funcionais para melhorar este cenário. Entre os diretores e gestores de escola, 75% afirmam que delegar a alimentação a uma empresa especializada agiliza os processos, além de poder contar com o total foco dos profissionais naquele setor e maior variedade de cardápio para os jovens.