Solicite uma proposta
Trabalhe conosco
logotype
  • Sobre nós
    • Nossa história
    • Nossos princípios
    • Por que a GRSA?
  • Serviços
    • Soluções em Alimentação
    • Serviços de Suporte
  • Segmentos
  • ESG
    • Sustentabilidade
    • Social
    • Governança
  • Blog
  • Materiais ricos
  • Contato
logotype
  • Sobre nós
    • Nossa história
    • Nossos princípios
    • Por que a GRSA?
  • Serviços
    • Soluções em Alimentação
    • Serviços de Suporte
  • Segmentos
  • ESG
    • Sustentabilidade
    • Social
    • Governança
  • Blog
  • Materiais ricos
  • Contato
  • Sobre nós
    • Nossa história
    • Nossos princípios
    • Por que a GRSA?
  • Serviços
    • Soluções em Alimentação
    • Serviços de Suporte
  • Segmentos
  • ESG
    • Sustentabilidade
    • Social
    • Governança
  • Blog
  • Materiais ricos
  • Contato
logotype
logotype
  • Sobre nós
    • Nossa história
    • Nossos princípios
    • Por que a GRSA?
  • Serviços
    • Soluções em Alimentação
    • Serviços de Suporte
  • Segmentos
  • ESG
    • Sustentabilidade
    • Social
    • Governança
  • Blog
  • Materiais ricos
  • Contato
Gestão de pessoas
Home Archive by Category "Gestão de pessoas"

Categoria: Gestão de pessoas

Gestão de pessoasTendências
Tami Tereda

Employer branding: o que é e como a experiência no trabalho constrói sua marca empregadora

O employer branding de uma empresa não é o que ela publica no LinkedIn sobre cultura e propósito, mas o que o colaborador sente todos os dias e o que ele conta para os amigos depois do almoço. Essa distinção muda completamente onde essa reputação precisa ser construída.

Empresas que tratam o employer branding como pauta de comunicação investem no lugar errado, enquanto as que entendem como reputação construída no cotidiano concentram esforço onde ele tem impacto concreto: nos pontos de contato que o colaborador experimenta com frequência.

Segundo pesquisa do LinkedIn, empresas com employer branding forte reduzem em 43% os custos com recrutamento e aumentam em 20% a retenção de talentos, e 83% dos candidatos pesquisam avaliações sobre a empresa antes de se candidatar, de acordo com dados do Glassdoor.

A GRSA acompanha de perto como os pontos de contato do cotidiano, incluindo a alimentação corporativa, compõem essa reputação, e o que veremos neste artigo explica por quê.

employer-branding

O que é employer branding, e como difere de EVP e endomarketing

Employer branding é a reputação da empresa como lugar para trabalhar, percebida por colaboradores atuais, ex-colaboradores e candidatos, e não se confunde com campanha, benefício ou comunicação interna.

O EVP, Employee Value Proposition, é o conjunto de ofertas concretas que sustenta essa reputação: salário, benefícios, cultura, desenvolvimento e ambiente. O employer branding é a percepção que se forma a partir dessa entrega, enquanto o endomarketing é a comunicação interna voltada a engajar quem já está dentro. Os três conceitos se complementam, mas respondem a propósitos distintos.

O equívoco mais comum é tratar employer branding como sinônimo de comunicação de cultura, já que uma empresa pode ter excelente comunicação interna e péssima reputação como empregadora quando o que é comunicado não corresponde ao que é vivido.

O vínculo entre employer branding e employee experience é direto: a experiência acumulada do colaborador é a matéria-prima do employer branding, e não há como construir uma sem cuidar da outra.

Por que employer branding virou vantagem competitiva

O custo de ignorar o employer branding ficou mensurável, já que empresas com reputação fraca pagam, em média, 10% a mais de salário para atrair os mesmos candidatos que empregadores bem avaliados contratam com mais facilidade, segundo o LinkedIn Talent Solutions.

O volume de candidaturas qualificadas também muda com a reputação: quando ela é boa, os candidatos chegam por conta própria, e quando é ruim, a empresa corre atrás de perfis que preferem outros lugares mesmo com pacotes equivalentes.

A geração Z no mercado de trabalho amplia esse efeito, já que essa geração pesquisa empregadores com rigor antes de aceitar qualquer proposta e consulta avaliações no Glassdoor com frequência, o que torna uma experiência cotidiana ruim um problema direto no pipeline de recrutamento.

Os pilares de um employer branding forte

Employer branding consistente se apoia em quatro pilares que os concorrentes listam, mas raramente aprofundam.

  1. Cultura organizacional visível. Não o que está no site de carreiras, mas o que se vê no comportamento da liderança, na forma como feedbacks são dados e em como o ambiente físico reflete os valores declarados.
  2. EVP clara e honesta. A proposta de valor ao colaborador precisa ser construída a partir do que a empresa de fato entrega, porque EVP aspiracional que não se sustenta no cotidiano gera frustração e avaliações negativas.
  3. Consistência entre promessa e entrega. Este é o pilar mais difícil e o mais determinante, pois uma empresa que promete autonomia e monitora cada movimento constrói uma lacuna que o colaborador percebe rapidamente e compartilha externamente.
  4. Escuta ativa e comunicação autêntica. Empresas que ouvem colaboradores, ajustam com base no feedback e comunicam com transparência constroem credibilidade que nenhuma campanha compra.

O dia a dia como prova do employer branding

O colaborador não avalia o employer brand pelo site de carreiras, mas pela experiência de entrar no escritório, pela qualidade do espaço de trabalho, pelo almoço que faz e pelo feedback que recebe ou não recebe ao longo do tempo.

Esses pontos de contato cotidianos constroem ou destroem a reputação como empregador com muito mais peso do que qualquer campanha, e o salário emocional percebido nesses momentos é o que o colaborador vai contar para os amigos e escrever no Glassdoor.

O refeitório é um exemplo concreto disso, pois a refeição acontece todos os dias, para todos os colaboradores, independentemente de cargo ou área, e quando a qualidade é boa e o ambiente é acolhedor, o sinal que chega é que a empresa se importa com quem trabalha ali.

Quando a alimentação é descuidada, esse sinal também chega e contraria qualquer discurso de cuidado com as pessoas.

Como construir employer branding genuíno

Construir employer branding com consistência começa por mapear o que o colaborador de fato experimenta, não o que a empresa imagina que ele experimenta.

  • Auditoria de touchpoints. Quais são os pontos de contato mais frequentes e onde há lacuna entre o que é prometido e o que é vivido?
  • Pesquisa de clima com foco em percepção. NPS interno por etapa do ciclo do colaborador revela onde a reputação está sendo construída e onde está sendo corroída.
  • Comunicação externa ancorada em evidência. Depoimentos de colaboradores, dados de satisfação e exemplos concretos têm mais credibilidade do que textos institucionais sobre cultura.
  • Consistência antes da campanha. Nenhuma estratégia de employer branding sustenta uma entrega ruim por muito tempo, e a ordem correta é construir a experiência primeiro e comunicar depois.

Sabia que a qualidade da alimentação e do ambiente do refeitório aparece com frequência em avaliações de colaboradores no Glassdoor? Na GRSA, acompanhamos clientes que passaram a mencionar o restaurante corporativo ativamente em processos seletivos, como parte concreta da proposta de valor ao colaborador.

Employer branding começa antes do recrutamento e continua depois da contratação

Employer branding forte é consequência de uma empresa que entrega no cotidiano o que promete na vaga, começando no processo seletivo, passando pelo onboarding e atravessando cada almoço, cada reunião e cada feedback ao longo do tempo.

Empresas que entendem isso param de tratar employer branding como campanha e passam a tratá-lo como resultado da gestão, e a diferença aparece nos números: menos custo por contratação, menos turnover e mais candidatos que chegam porque alguém de dentro indicou.

Conheça como a GRSA contribui para a experiência diária dos colaboradores e para a construção de um employer branding genuíno.

READ MORE
Gestão de pessoasTendências
Tami Tereda

Salário emocional: o que é e o que realmente faz diferença

O debate sobre salário emocional amadureceu. A pergunta que gestores de RH e líderes de pessoas fazem hoje já não é mais “o que é?” — é uma mais difícil: o que a empresa chama de salário emocional realmente muda alguma coisa para quem trabalha ali, ou é apenas uma narrativa de benefício?

Esse artigo separa os dois. Define o conceito com precisão, mostra o que é frequentemente rotulado como salário emocional mas não entrega valor estrutural, e apresenta os pilares que de fato constroem uma percepção de cuidado no cotidiano. Para quem quer ir além da lista genérica de RH.

O que é salário emocional

Salário emocional é o conjunto de fatores não financeiros que afetam a satisfação, o pertencimento e a qualidade de vida do colaborador no trabalho. Abrange o ambiente físico, a qualidade das relações, o reconhecimento, os benefícios concretos, a alimentação, a flexibilidade e o sentido que a pessoa encontra no que faz.

Dois pontos precisam estar claros desde o início. Salário emocional não é sinônimo de endomarketing, e tampouco substitui remuneração justa. Usar o conceito para compensar salários abaixo do mercado não é estratégia, é desvio. 

O salário emocional funciona como camada complementar, nunca como alternativa à compensação financeira adequada.

salario-emocional-o-que-pode-impactar

O que não é salário emocional

Este é o ponto que merece atenção. Algumas iniciativas são frequentemente apresentadas como salário emocional, mas seu impacto pode ser limitado quando não fazem parte de uma experiência mais ampla e consistente.

Frutas às quintas-feiras. Pizza na sexta. Troféu de funcionário do mês. Sala de jogos que ninguém usa porque a cultura não permite pausa. Esses exemplos compartilham uma característica: podem ser iniciativas positivas, mas, isoladamente, não necessariamente transformam a experiência cotidiana do colaborador.

O problema não é que essas iniciativas sejam ruins. O problema é tratá-las como substitutas de uma experiência estruturada. A percepção de cuidado é construída pela soma das experiências que o colaborador vivencia com frequência, e não apenas pelos momentos especiais.

Antes de chamar de salário emocional, pergunte: isso muda o dia a dia do colaborador de forma concreta e consistente, ou é uma iniciativa que acontece uma vez por mês?

Salário emocional de verdade está presente na rotina, não apenas no calendário de ações de RH.

Os pilares reais do salário emocional

O que genuinamente compõe o salário emocional nas empresas são fatores que o colaborador experimenta com regularidade, não em datas comemorativas.

Ambiente e qualidade do espaço físico

O lugar onde a pessoa passa oito horas por dia comunica o quanto a empresa se importa com quem trabalha ali. Iluminação, ergonomia, temperatura, limpeza e a qualidade dos espaços de pausa são percebidos corporalmente, antes de qualquer análise racional.

Alimentação de qualidade

A refeição diária é um dos poucos benefícios que alcançam todos os colaboradores, todos os dias, sem exceção. Falaremos com mais profundidade sobre isso na próxima seção.

Saúde e bem-estar

Acesso a suporte psicológico, programas de saúde ocupacional e espaços que permitam pausas reais, como as salas de descompressão, têm peso crescente na avaliação que o colaborador faz do seu empregador, especialmente entre profissionais mais jovens.

Flexibilidade real

Flexibilidade que existe no papel mas não na prática não conta. O que importa é a liberdade efetiva de organizar o trabalho de forma que faça sentido para a vida da pessoa, com confiança da liderança e sem micro-gestão.

Reconhecimento estruturado

Feedback consistente, visibilidade em projetos e valorização pública têm impacto mensurável no vínculo emocional com a organização. Reconhecimento que depende do humor do gestor não é estrutura.

Um reconhecimento estruturado tem critério, periodicidade e categorias claras. É esse o princípio por trás do Programa Estrelas, iniciativa anual da GRSA que celebra talentos, ideias e atitudes que impulsionam a excelência no dia a dia. 

O programa reconhece colaboradores em três frentes:

  • Estrelas do Sabor: valoriza talentos da cozinha por meio de um concurso culinário.
  • Estrelas da Inovação: premia colaboradores que propõem melhorias e soluções para os processos.
  • Colaborador 5 Estrelas: reconhece profissionais que representam os valores da empresa no dia a dia.

A recorrência e os critérios definidos são o que transformam reconhecimento em estrutura, e não em gesto isolado.

Propósito e pertencimento

Saber para que o próprio trabalho serve e sentir que faz parte de algo maior são fatores que influenciam diretamente a decisão de ficar ou sair, especialmente para as gerações que entraram no mercado nos últimos anos.

infografico-salario-emocional-pos-e-contras

Como a alimentação se encaixa no salário emocional estrutural

Há uma diferença que poucas empresas param para considerar: o vale-refeição é crédito em cartão. O restaurante corporativo de qualidade é experiência diária de cuidado.

O vale transfere a responsabilidade da alimentação para o colaborador. O refeitório bem estruturado diz, de forma concreta, que a empresa pensou naquele momento, preparou um ambiente, escolheu ingredientes, contratou nutricionistas e se preocupou com o que vai ao prato. Isso é percebido de forma diferente, e essa percepção compõe o salário emocional de maneira tangível.

A refeição também é um dos poucos rituais do dia de trabalho que acontece para todos, independente de cargo, área ou turno. Ela alcança o técnico de manutenção e o diretor financeiro no mesmo espaço, ao mesmo tempo. Nenhuma outra iniciativa de RH tem essa frequência e abrangência combinadas.

Há ainda o componente social. O horário de almoço é quando colaboradores de áreas diferentes se encontram fora de uma reunião, sem pauta e sem hierarquia visível. A alimentação coletiva bem planejada fortalece vínculos que programas de integração dificilmente constroem.

Na GRSA, entendemos que a refeição diária é um dos poucos momentos em que empresa e colaborador se encontram de forma humana, um espaço de pausa, de socialização e de cuidado concreto. Isso tem peso direto na percepção de bem-estar e na avaliação que o colaborador faz do seu empregador.

Como implementar salário emocional de forma genuína

O ponto de partida é o diagnóstico. Antes de criar iniciativas, mapear o que os colaboradores realmente valorizam poupa recursos e evita o erro de investir em gestos que ninguém pediu.

Algumas orientações para quem quer estruturar isso com seriedade:

  1. Pergunte antes de oferecer. Pesquisas de clima focadas em fatores não financeiros revelam o que tem peso real para aquela equipe específica. Uma empresa com perfil operacional tem necessidades diferentes de uma com perfil administrativo.
  2. Priorize o cotidiano antes do eventual. Um refeitório com boa qualidade todos os dias vale mais, do ponto de vista da percepção acumulada, do que um evento de integração por trimestre. O salário emocional se constrói no acúmulo de experiências comuns, não nos momentos especiais.
  3. Meça o impacto. NPS interno, taxa de turnover e dados de pesquisa de clima são indicadores que mostram se o salário emocional está funcionando ou apenas existindo no discurso. O que não se mede não se melhora.

Por que salário emocional fraco afasta mais do que atrai

Existe um risco que poucos gestores calculam: prometer salário emocional e não entregar é pior do que não ter nenhum programa estruturado.

Quando um colaborador entra numa empresa com a expectativa de que a experiência vai ser boa e encontra frutas na quinta e troféu no mural, a frustração é proporcional à promessa. A marca empregadora sofre duplamente, pois perde o talento e ganha um detrator que vai contar exatamente o que encontrou.

Empresas que usam o conceito de salário emocional como argumento de atração sem entregar substância no cotidiano criam uma lacuna entre narrativa e realidade que aparece nas avaliações do Glassdoor, nas conversas informais e na taxa de saída dos primeiros seis meses.

A consistência é o que diferencia. Salário emocional que funciona é aquele que o colaborador sente segunda, terça, quarta, quinta e sexta, no espaço que trabalha, na refeição que faz, no feedback que recebe, no cuidado que percebe.

Salário emocional se constrói no cotidiano

Programas bem-intencionados que acontecem uma vez por mês não sustentam a percepção de cuidado que o salário emocional precisa construir. O que fica na memória do colaborador, e que influencia a decisão de permanecer ou sair, é a soma das experiências comuns: o ambiente de trabalho, a qualidade da refeição, a forma como é tratado todos os dias.

Empresas que entendem isso deixam de tratar salário emocional como pauta de RH e passam a tratá-lo como decisão de gestão. A alimentação é um dos componentes mais concretos, mais frequentes e mais acessíveis para começar.

Conheça como a GRSA estrutura a alimentação corporativa para empresas que levam a experiência do colaborador a sério.

READ MORE
Alimentação HospitalarGestão de pessoas
Tami Tereda

Experiência do paciente: o que é e como aprimorar o padrão

Hospitais privados competem cada vez mais por percepção de qualidade, não só por procedimentos. Pacientes particulares e planos premium comparam a qualidade técnica do cuidado com a qualidade humana do atendimento que recebem durante toda a internação, e essa percepção se forma em pontos de contato que a gestão hospitalar nem sempre acompanha com a mesma atenção.

Um desses pontos aparece em quase toda pesquisa de satisfação, mas raramente entra nas reuniões estratégicas de experiência do paciente.

No contexto de internação, essa percepção se forma de maneira muito mais intensa do que numa consulta médica. O paciente não passa uma hora no hospital; passa dias ou semanas num ambiente que precisa funcionar como espaço de cuidado integral, onde cada refeição, cada interação com a equipe e a qualidade do quarto contribuem para a avaliação final que ele e sua família farão da instituição.

A GRSA atua há décadas na gestão de alimentação hospitalar, desenvolvendo soluções que transformam o momento da refeição em parte ativa da experiência do paciente, com processos auditados, tecnologia integrada e equipes treinadas em hospitalidade.

O que define a experiência do paciente hoje

A experiência do paciente é a percepção total do cuidado recebido durante o contato com uma instituição de saúde, formada por aspectos clínicos, emocionais e ambientais que se acumulam ao longo de todo o período de internação. 

Esse conceito evoluiu do que o setor chamava de satisfação do paciente, que media eventos isolados, para uma visão mais ampla do patient journey: o conjunto de interações que o paciente tem com o hospital desde a admissão até a alta.

No contexto de internação, essa percepção se forma de maneira muito mais intensa do que numa consulta médica. O paciente não passa uma hora no hospital, pelo contrário; passa dias ou semanas num ambiente que precisa funcionar como espaço de cuidado integral. 

Cada refeição, cada interação com a equipe, cada detalhe do quarto contribui para a avaliação final que ele e sua família farão da instituição.

employee-experience-hospitalar

Os pilares da humanização hospitalar reconhecidos pelo setor

O setor de saúde tem trabalhado a humanização hospitalar em frentes bem definidas: comunicação com o paciente e sua família, capacitação das equipes para atendimento empático, melhoria do ambiente físico, processos de alta e acompanhamento pós-internação. 

São pilares legítimos, que fazem diferença mensurável no NPS de paciente e nos índices de recomendação.

Comunicação ativa com o paciente

Manter o paciente informado sobre seu quadro, os próximos passos do tratamento e o que esperar a cada dia reduz a ansiedade de forma concreta e fortalece a confiança na instituição.

Ambiente físico e conforto

Iluminação adequada, controle de temperatura, privacidade nos quartos e espaços que minimizem o estresse do acompanhante impactam diretamente o bem-estar percebido durante a internação.

Capacitação das equipes

Médicos, enfermeiros, técnicos e pessoal de apoio treinados para atender com empatia constroem uma percepção de cuidado que nenhum investimento em infraestrutura consegue compensar quando está ausente.

Processo de alta e continuidade

A forma como o hospital conduz a saída do paciente e o acompanhamento pós-alta tem peso crescente na avaliação final da experiência e na probabilidade de recomendação.

O que esses pilares têm em comum é que todos recebem atenção estratégica. Existe um que não recebe.

O elo que falta: por que a alimentação raramente entra nessa conversa

A maioria dos hospitais ainda trata a alimentação como suporte logístico, não como componente da experiência do paciente. 

É um equívoco com consequências práticas, pois a refeição é o ponto de contato mais frequente de toda a internação. 

Café da manhã, almoço e jantar acontecem todos os dias, sem exceção, para todos os pacientes, independentemente do quadro clínico. Nenhum outro elemento da alimentação hospitalar terceirizada tem essa frequência e essa abrangência combinadas.

Há também o fator emocional. O paciente internado está num estado de vulnerabilidade que amplifica cada interação com o hospital. A refeição, nesse contexto, carrega um peso simbólico que vai além da nutrição. A refeição é um dos poucos momentos de prazer e normalidade disponíveis ao longo de um dia inteiramente fora da rotina.

Enquanto hospitais investem em hotelaria, atendimento humanizado e instalações, a refeição servida ao paciente muitas vezes ainda segue um padrão institucional básico. É um descompasso difícil de ignorar, especialmente quando o paciente está em seu momento de maior vulnerabilidade e a refeição é um dos poucos momentos de pausa e normalidade disponíveis.

Como a alimentação impacta a percepção de qualidade do paciente

Pesquisas de satisfação hospitalar apontam a alimentação como um dos fatores com maior variância nas avaliações, ou seja, é um dos itens que mais puxa a nota para cima ou para baixo dependendo da instituição. 

Uma pesquisa publicada na Revista Ciência & Saúde Coletiva identificou que a percepção da qualidade da alimentação figura entre os fatores determinantes para a competitividade das organizações de saúde.

O mecanismo de impacto é duplo. 

Para o paciente, uma refeição bem preparada, saborosa e servida com atenção comunica cuidado de forma tangível, reforçando a percepção de que a instituição se importa com quem está ali. Para o acompanhante, que passa horas no hospital e também avalia e recomenda, a qualidade do serviço de alimentação é um dos indicadores mais visíveis de como o hospital cuida das pessoas sob sua responsabilidade. 

Esse segundo público tem peso considerável na reputação da instituição, já que costuma compartilhar suas impressões com familiares e colegas antes de uma decisão de plano de saúde ou de indicação médica.

O que os hospitais que saem à frente fazem de diferente na alimentação

A diferença entre um serviço de alimentação hospitalar básico e um que contribui para a experiência do paciente não está apenas na qualidade nutricional da refeição hospitalar. Está em decisões de gestão que refletem uma postura diferente sobre o papel desse serviço.

Hospitais com padrão hoteleiro hospitalar mais desenvolvido personalizam o cardápio por preferência do paciente, não apenas por restrição clínica. Isso significa oferecer escolhas dentro das possibilidades de cada quadro, uma prática que aumenta a aceitação alimentar e, junto com ela, a percepção de respeito à individualidade do paciente. A apresentação dos pratos, a variedade ao longo da semana e a flexibilidade de horário também entram nessa equação.

O componente humano do serviço tem peso equivalente ao do cardápio. A copeira que entrega a refeição com atenção, explica o que está sendo servido e pergunta se o paciente precisa de algo é parte da experiência do paciente com a mesma legitimidade que o médico que explica o tratamento. Muitas vezes, o paciente não se lembra do sabor da refeição, mas lembra de como foi tratado naquele momento.

Sabia que personalização de cardápio por preferência do paciente, não apenas por restrição clínica, já é realidade em hospitais que tratam alimentação como parte da experiência? Na GRSA, desenvolvemos soluções nesse nível para instituições de saúde de diferentes portes.

Como a GRSA transforma a alimentação em experiência hospitalar

O mercado de saúde passou a exigir que a alimentação seja tratada como parte do cuidado, não como serviço de apoio. A GRSA estrutura essa entrega em quatro frentes concretas, cada uma com processos documentados, tecnologia integrada e equipes especializadas.

Cardápios personalizados e cuidado nutricional integrado

Por meio do programa Impressões Positivas, a GRSA personaliza o cardápio conforme os desejos do paciente, sempre alinhada às determinações da dietoterapia prescrita pela equipe multiprofissional. Isso inclui adequações de temperatura, textura e consistência, além de respeito a restrições religiosas e culturais.

O Manual Dietoterápico, material orientativo alinhado aos requisitos dos órgãos acreditadores como JCI e ONA, padroniza os processos em todas as unidades e garante que cada prato siga o protocolo nutricional correto, do preparo à entrega.

Para pacientes VIPs ou de longa permanência, um profissional dedicado atua como elo entre o paciente e a equipe de nutrição. Esse profissional realiza visitas presenciais ao quarto, responde rapidamente às pesquisas de satisfação, flexibiliza preparações conforme solicitações específicas e integra nutrição clínica e produção, incluindo visitas do chef de cozinha ao quarto do paciente.

Equipes formadas para o ambiente hospitalar

Os colaboradores da GRSA passam por um programa de capacitação desenvolvido especificamente para o contexto hospitalar, que vai além das boas práticas de manipulação de alimentos e cobre atendimento empático, leitura do estado emocional do paciente e comunicação com a família.

O aprendizado é contínuo: mais de 9 milhões de treinamentos foram disponibilizados pelo aplicativo interno GPSvc, com gestores acompanhando a evolução das equipes por dashboards que registram avaliações, matrizes de aplicação e assinaturas digitais por colaborador.

Tecnologia integrada: rastreabilidade, controle e indicadores

A GRSA utiliza o sistema GCS, solução completa de apoio à gestão de nutrição hospitalar, com rastreabilidade de todo o processo de montagem e entrega das refeições, dupla checagem na entrega para segurança dos pacientes e integração em tempo real com o Sistema de Gestão Hospitalar para coleta de dados e apresentação de indicadores.

O controle de temperatura é 100% digital, com alertas automáticos de não conformidade, checklists digitais e rastreabilidade por horário desde a saída da cozinha até o retorno do carro de distribuição. O GPS VISTA complementa essa estrutura com monitoramento em tempo real, validação de serviços por QR code, pesquisa de satisfação e acompanhamento de SLAs contratuais.

Cozinhas inteligentes, sustentabilidade e segurança alimentar

O Projeto ECO aplica equipamentos tecnológicos e gestão inteligente nas cozinhas da GRSA, com resultados mensuráveis: redução de até 100% do desperdício e sobras, 28% no consumo de água e 50% nos gastos com energia elétrica. Fornos combinados substituem múltiplos equipamentos, padronizando preparações e reduzindo o tempo de produção sem comprometer a variedade do cardápio.

Toda a cadeia segue os padrões do Manual de Boas Práticas e POPs, em conformidade com a ANVISA, com certificações ISO 9001 e ISO 14001 e processos auditáveis que suportam as principais acreditações hospitalares.

Como estruturar um serviço de alimentação à altura da experiência que você quer entregar

Para gestores hospitalares que querem avaliar se o serviço de alimentação atual está à altura da estratégia de experiência do paciente, alguns critérios indicam maturidade de parceiro:

  • Personalização além da prescrição clínica. O parceiro oferece escolhas ao paciente dentro das possibilidades do quadro, ou entrega um prato único independentemente das preferências?
  • Capacitação para o atendimento humanizado. As equipes de copa e distribuição recebem treinamento específico para lidar com o estado emocional do paciente internado?
  • Integração com indicadores de satisfação. O serviço de alimentação aparece no NPS de paciente da instituição? Os dados são usados para melhoria contínua?
  • Consistência ao longo da internação. A qualidade se mantém no café da manhã, no almoço e no jantar, nos dias úteis e nos finais de semana?

Um parceiro experiente em hotelaria hospitalar responde bem a todas essas perguntas, e consegue demonstrar isso com indicadores, não com promessas.

A experiência do paciente se constrói no cotidiano da internação

Nenhum programa de humanização substitui o que o paciente sente a cada refeição, a cada interação com a equipe de copa, a cada momento em que percebe, ou não percebe, que o hospital pensou nele além do tratamento clínico. 

Hospitais que entendem isso e tratam a alimentação como parte da estratégia de experiência do paciente saem à frente em satisfação, recomendação e reputação no mercado de saúde.

Conheça as soluções de alimentação hospitalar da GRSA.

READ MORE
Alimentação corporativaGestão de pessoas
Tami Tereda

Employee experience: o que é e como a alimentação pode fazer parte?

Employee experience deixou de ser uma pauta restrita ao RH. A forma como o colaborador vivencia o dia a dia dentro da organização influencia sua percepção sobre a empresa, seu bem-estar e sua relação com o trabalho.

Esse olhar ganhou espaço à medida que as empresas passaram a perceber que cuidar das pessoas vai muito além de oferecer benefícios. Ambiente, liderança, desenvolvimento, reconhecimento e os diferentes momentos da jornada contribuem para construir a experiência do colaborador.

Neste artigo, você vai entender o que é employee experience, como ela se diferencia de engagement, quais são alguns dos principais pontos de contato da jornada do colaborador e, principalmente, como a alimentação corporativa pode fazer parte dessa experiência.

O que é employee experience e qual a diferença para engagement?

Employee experience é a soma das interações que um colaborador tem com a empresa ao longo da sua jornada, desde o primeiro contato no processo seletivo até o desligamento.

Ela envolve diferentes aspectos da relação entre pessoas e organização: ambiente físico, cultura, tecnologia, qualidade das lideranças, benefícios, oportunidades de desenvolvimento e cada ponto de contato que influencia a percepção do profissional sobre seu trabalho.

Engagement é diferente. Ele representa um estado de comprometimento e motivação do colaborador em determinado momento.

Uma empresa pode ter colaboradores engajados e, ainda assim, apresentar pontos de atrito na jornada. Por isso, compreender a experiência como um todo ajuda a identificar oportunidades de melhoria que vão além de uma única métrica.

 Por que falar sobre employee experience?

A experiência do colaborador está diretamente relacionada à forma como as pessoas percebem o ambiente em que trabalham.

Quando diferentes pontos da jornada são pensados de maneira mais cuidadosa, a empresa pode fortalecer aspectos importantes da relação com seus profissionais, como pertencimento, bem-estar e conexão com a organização.

Esse olhar também se aproxima de um desafio cada vez mais relevante para as empresas: a retenção de pessoas.

Reter profissionais não depende de uma única iniciativa. Desenvolvimento, liderança, reconhecimento, benefícios e cuidado fazem parte de uma construção contínua.

Os pontos de contato que formam a jornada do colaborador

A jornada do colaborador é composta por diferentes etapas. Cada uma delas contribui para a percepção que o profissional constrói sobre a empresa.

Recrutamento e seleção

A experiência começa antes mesmo da contratação. A qualidade do processo seletivo, a comunicação durante as etapas e a forma como os candidatos são tratados já transmitem sinais sobre a cultura e o cuidado da organização com as pessoas.

Onboarding

Os primeiros meses têm um papel importante na adaptação do profissional. Um onboarding bem estruturado pode facilitar a integração, fortalecer o senso de pertencimento e contribuir para uma experiência mais positiva desde o início.

Dia a dia operacional

É no cotidiano que grande parte da experiência acontece.

Reuniões, ferramentas, ambiente físico, relacionamento com a liderança, momentos de pausa e até a alimentação fazem parte das experiências que o colaborador vivencia durante sua rotina.

São pontos que podem parecer pequenos isoladamente, mas que, juntos, ajudam a formar a percepção sobre o ambiente de trabalho.

Desenvolvimento e crescimento

Ter clareza sobre oportunidades de desenvolvimento e crescimento também contribui para uma relação mais positiva com a empresa.

Na GRSA, essa é uma jornada que vem ganhando espaço, especialmente por meio de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de lideranças e ao cuidado com as pessoas.

Um exemplo é o aplicativo GPSVC, que reúne informações de folha de pagamento, benefícios e código de ética e já disponibilizou mais de 9 milhões de treinamentos corporativos com certificado.

Reconhecimento

Reconhecimento não se limita a recompensas financeiras. Feedbacks, valorização e oportunidades de participação também podem contribuir para fortalecer o vínculo entre profissionais e organização.

Offboarding

A experiência também envolve o momento de saída.

A forma como a empresa conduz o desligamento pode influenciar a percepção do profissional sobre a organização e, consequentemente, sua marca empregadora.

Na GRSA, tratamos o refeitório como ponto de contato estratégico do ciclo do colaborador: um espaço onde cultura, bem-estar e experiência se encontram de forma concreta, todos os dias.

experiencia-do-colaborador-no-trabalho

Onde a alimentação corporativa entra na employee experience

O restaurante corporativo é um dos pontos de contato mais frequentes e abrangentes da employee experience, alcançando diariamente colaboradores de diferentes áreas, cargos e turnos. Por estar presente na rotina, o momento da refeição pode contribuir para a percepção que o profissional constrói sobre a empresa e sobre o cuidado que recebe no ambiente de trabalho.

Quando a refeição é boa, equilibrada e servida num ambiente acolhedor, o colaborador percebe cuidado. Quando é ruim ou descuidada, o sinal que chega é o oposto, por mais que a empresa invista em outros programas de bem-estar. A alimentação funciona como um termômetro diário de como a organização trata as pessoas.

Há também o impacto direto na produtividade. Refeições nutricionalmente adequadas influenciam os níveis de energia, a concentração e o humor no período da tarde, que é justamente quando o desempenho costuma cair nas equipes. Uma alimentação corporativa bem planejada não é só um benefício, é uma alavanca de resultado.

O espaço do refeitório cumpre ainda uma função que poucos gestores contabilizam, pois ele é um dos únicos momentos do dia em que colaboradores de áreas diferentes se encontram fora de uma reunião, sem agenda e sem hierarquia visível. Esse tipo de convivência informal fortalece a cultura, o senso de coletividade e os vínculos entre times.

Na GRSA, trabalhamos com empresas que decidiram tratar o restaurante corporativo como parte da estratégia de employee experience, e não só como serviço de suporte. O resultado é um serviço planejado para o colaborador, não só para a logística. 

restaurante-corporativo-experiencia-do-colaborador

Como avaliar a experiência dos colaboradores?

Não é necessário começar tentando estruturar uma estratégia completa de employee experience.

Um primeiro passo pode ser entender como os colaboradores percebem os diferentes momentos da sua jornada.

Algumas perguntas podem ajudar:

  • Como os colaboradores avaliam o ambiente de trabalho?
  • Quais são os principais pontos de atrito no dia a dia?
  • Como percebem a atuação das lideranças?
  • Sentem que possuem oportunidades de desenvolvimento?
  • Quais benefícios realmente fazem diferença?
  • Como avaliam os momentos de pausa e alimentação?
  • Em quais pontos a empresa poderia demonstrar mais cuidado?

Esse diagnóstico ajuda a identificar onde estão as oportunidades e quais iniciativas podem gerar mais impacto para as pessoas.

Employee experience se constrói no cotidiano

Programas pontuais de reconhecimento, eventos de integração e pacotes de benefícios têm o seu valor, mas não sustentam sozinhos a percepção que o colaborador acumula ao longo do tempo. O que define a employee experience, no fim, é o que acontece nos dias comuns, nas pequenas interações, no ambiente que a empresa oferece a cada hora do expediente.

O almoço de hoje também faz parte dessa construção. E quando a empresa cuida desse momento com a mesma seriedade que cuida de outros pilares da gestão de pessoas, o resultado aparece nos números que importam para o negócio.

Sua empresa sabe qual papel o restaurante corporativo exerce na experiência dos colaboradores?

Conheça como a GRSA estrutura soluções de alimentação corporativa pensadas para empresas que querem transformar cada refeição em uma experiência alinhada às necessidades das pessoas e ao propósito do negócio.

Quero conhecer as soluções GRSA
READ MORE
Alimentação corporativaGestão de pessoas
Tami Tereda

Geração Z no mercado de trabalho: expectativas e perspectivas

A geração Z no mercado de trabalho já não é tendência futura. Segundo projeções da Zurich Insurance e do Fórum Econômico Mundial, essa geração representa 27% da força de trabalho global em 2025, e a participação segue crescendo. Para empresas que dependem de atrair e reter talentos nos próximos anos, entender o que move esses profissionais deixou de ser opcional.

O que torna esse tema mais complexo do que parece é que a geração Z no trabalho não é difícil de reter por capricho. É porque identifica, com rapidez, a distância entre o que uma empresa promete e o que entrega no cotidiano.

Gestores que tratam essa geração como enigma cultural perdem tempo. Os que tratam como dado de mercado, com expectativas específicas, padrões de avaliação próprios e baixa tolerância para inconsistência, têm muito mais condições de agir.

A GRSA acompanha de perto como o ambiente de trabalho, incluindo a qualidade da alimentação corporativa, afeta a percepção que os colaboradores têm das empresas. E o que essa geração revela sobre esse ponto merece atenção.

Quem é a geração Z no contexto profissional

Nascidos entre 1997 e 2012, os profissionais da geração Z no trabalho são os primeiros nativos digitais de fato. 

Iniciaram sua vida adulta em um período marcado por transformações profundas, como a pandemia, pela crise climática e pela polarização, fatores que moldam não só visão de mundo, mas expectativas concretas sobre o que significa uma relação de trabalho saudável.

Uma pesquisa da Deloitte mostra que 49% dos profissionais da geração Z abandonariam seus empregos em até dois anos caso os valores da empresa ou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional não estivessem alinhados com suas expectativas. Não é impaciência, é coerência com uma geração que cresceu aprendendo a verificar informações e identificar contradições.

O ManpowerGroup aponta que 47% dos profissionais da geração Z pensam em pedir demissão nos próximos seis meses, o maior índice entre todas as gerações. Compreender o que está por trás desse número é mais produtivo do que reagir a ele com frustração.

geracao-z-no-mercado-de-trabalho

O que a geração Z espera das empresas

Com base em dados consistentes de pesquisa, algumas prioridades se repetem de forma expressiva entre os profissionais da geração Z e trabalho.

Propósito e alinhamento de valores estão no topo. Essa geração quer entender para que a empresa existe além do lucro, avaliando se esse propósito se manifesta nas decisões do dia a dia, não só na comunicação institucional.

Saúde mental e bem-estar deixaram de ser benefício diferencial para se tornar expectativa de base. Pesquisas indicam que 40% da geração Z se sente estressada na maior parte do tempo, sendo que 36% atribuem esse estresse diretamente ao trabalho. Empresas que ignoram esse dado têm dificuldade crescente de reter essa geração.

Flexibilidade real, não apenas no papel, e desenvolvimento acelerado de carreira completam o quadro. 

Cerca de 72% dos profissionais da geração Z afirmam que é importante ter socialização presencial com os colegas, o que desfaz a narrativa de que essa geração quer apenas trabalho remoto. O que querem é autonomia sobre como e quando trabalham, combinada com ambientes que valham a presença.

O salário emocional aparece com peso crescente nas avaliações dessa geração sobre empregadores, englobando exatamente esses fatores não financeiros que definem se a empresa entrega o que promete.

Autenticidade acima de tudo: por que iniciativas superficiais não funcionam

A geração Z cresceu com acesso irrestrito à informação e desenvolveu alta capacidade de identificar performance de benefício. Uma empresa que anuncia cultura aberta mas mantém hierarquia rígida, que promete flexibilidade mas monitora presença, ou que fala em bem-estar mas entrega um ambiente físico descuidado perde credibilidade rapidamente e raramente recupera.

Esse é o ponto que a maioria dos artigos sobre geração Z e benefícios não aprofunda. Não basta ter os benefícios certos no pacote de atração. O que essa geração avalia é a coerência entre discurso e entrega no cotidiano. Um programa de saúde mental comunicado com destaque perde efeito se a cultura interna normaliza excesso de horas e reuniões fora do horário.

A employee experience importa para todas as gerações, mas para a geração Z ela é verificada ativamente. Esses profissionais consultam avaliações no Glassdoor antes de aceitar uma proposta, conversam com pessoas que já trabalharam na empresa e percebem inconsistências com velocidade que gerações anteriores não tinham.

Como adaptar a empresa para atrair e reter a geração Z

O ponto de partida prático para geração Z e retenção é auditar os pontos de contato do cotidiano antes de criar novos programas. O que o colaborador experimentou na primeira semana? Como é o espaço físico? A alimentação disponível comunica cuidado ou descaso? A liderança é o que a empresa comunica?

A geração Z forma opinião sobre o empregador com base na soma dessas experiências cotidianas, e não nos eventos de integração ou nos benefícios listados na proposta.

  • Comunicação direta e sem ambiguidade. Transparência sobre decisões, metas e pontos críticos da empresa constrói mais confiança do que comunicação polida e vazia.
  • Espaços de escuta real. Feedbacks coletados e ignorados são piores do que nenhuma pesquisa de clima. A geração Z percebe quando a escuta é protocolo, não intenção.
  • Qualidade do ambiente físico e da alimentação. O bem-estar dos colaboradores começa no que a empresa oferece concretamente no dia a dia. Um refeitório bem estruturado, com opções variadas e ambiente acolhedor, comunica cuidado de forma tangível, e essa geração lê esses sinais com precisão.

O que muda no cotidiano de empresas com alta presença de Gen Z

As adaptações mais efetivas são as menos espetaculares. Flexibilidade de horário com autonomia reduz rotatividade de forma mensurável. Salas de descompressão e espaços de pausa que funcionam de verdade, sem cultura que iniba o uso, têm impacto direto na percepção de bem-estar.

No cardápio do refeitório, a presença de opções plant-based, a transparência sobre ingredientes e a variedade ao longo da semana são detalhes que essa geração avalia como sinal de que a empresa presta atenção em quem trabalha ali. A alimentação coletiva bem planejada entra nesse conjunto como um dos poucos pontos de contato que alcança todos os colaboradores, todos os dias.

O reconhecimento frequente, não apenas no ciclo anual de avaliação, e a comunicação interna sem excesso de formalidade completam o quadro do que essa geração percebe como ambiente em que vale ficar.

Geração Z no trabalho: substância no cotidiano, não promessa na vaga

A geração Z não é difícil de reter, mas é difícil de convencer sem substância. Empresas que entregam no cotidiano o que prometem na vaga, no ambiente físico, na alimentação, na comunicação e na flexibilidade real, constroem relações genuínas com essa geração.

O que muda quando essa geração está no centro da estratégia de pessoas não é o pacote de benefícios. É a consistência entre o que a empresa diz ser e o que ela é de fato, todos os dias.

Veja como a GRSA estrutura a alimentação corporativa para empresas que querem construir um ambiente de trabalho que a geração Z escolhe ficar.

READ MORE
logo-GRSA-branco-jun2024
InstagramFacebookInstagramInstagram
GRSA
  • Política de Cookies
  • Aviso de Privacidade
  • Mapa do Site
Newsletter

Copyright © 2024 GRSA - criado por MKTAutomation

  • Linkedin
  • Facebook
  • Instagram
GRSA OffshoreLogo Header Menu
  • Sobre Nós
    • Nossa história
    • Nossos princípios
    • Por que a GRSA?
  • Serviços
    • Soluções em Alimentação
    • Serviços de Suporte e Facilities
  • Segmentos
  • ESG
    • Sustentabilidade
    • Social
    • Governança
  • Blog
  • Materiais Ricos
  • Contato
  • Trabalhe Conosco
  • Seja Cliente