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Alimentação corporativa
Home Archive by Category "Alimentação corporativa"

Categoria: Alimentação corporativa

Alimentação corporativaPrêmios e Reconhecimentos
Tami Tereda

GRSA é reconhecida novamente por clientes no Prêmio Indicados InfraFM 2026

A GRSA é reconhecida mais uma vez na categoria Alimentação em uma das principais premiações do mercado de Facilities, reforçando sua trajetória de destaque e excelência no segmento.

Ser reconhecida por quem vivencia a operação de perto tem um significado especial.

Promovida pela InfraFM, a premiação destaca empresas que se diferenciam na percepção dos profissionais responsáveis pela gestão e contratação de serviços no mercado de Facility, Property e Workplace Management.

Para a GRSA, estar novamente entre as empresas indicadas reforça algo que vai além de um reconhecimento: a confiança construída diariamente com nossos clientes.

Um reconhecimento que vem de quem conhece a nossa operação

Em uma operação de alimentação corporativa, qualidade não está apenas no que chega ao prato. Ela está presente na segurança dos alimentos, na experiência dos colaboradores, na eficiência da operação e, principalmente, na capacidade de construir uma parceria que acompanhe as necessidades de cada negócio.

É justamente essa percepção que aparece nos depoimentos dos profissionais que indicaram a GRSA nesta edição do prêmio.

Confira os depoimentos dos clientes parceiros que indicaram a GRSA:

depoimenta-infra-grsa-tatiana

“Recomendo a GRSA como uma parceira no segmento de alimentação, destacando-se pela qualidade dos produtos, organização e compromisso com prazos e resultados.”

Para Tatiana, a parceria se destaca pela combinação entre qualidade, organização e compromisso com resultados elementos essenciais para uma operação de alimentação corporativa.”

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“Gostaria de recomendar a GRSA como referência em serviços de alimentação corporativa. Mantemos uma parceria sólida com a GRSA desde 2009, construída com base na confiança, profissionalismo e compromisso contínuo com a qualidade dos serviços prestados. Ao longo desses anos, a empresa tem demonstrado excelência operacional, atendendo às necessidades dos nossos colaboradores com alto padrão de qualidade, segurança alimentar e foco na experiência dos usuários.

Destaco especialmente a capacidade da GRSA de atuar de forma colaborativa, buscando constantemente melhorias, inovação e adaptação às demandas do nosso negócio. A equipe demonstra proatividade, flexibilidade e grande comprometimento na gestão dos serviços, contribuindo significativamente para a satisfação dos colaboradores e para o bom funcionamento das operações. A longevidade da nossa parceria é resultado da consistência na entrega, do relacionamento transparente e da busca permanente pela excelência. Por esses motivos, considero a GRSA uma empresa merecedora desse reconhecimento e uma forte referência no segmento de alimentação corporativa”

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“A GRSA se destaca como referência em excelência no fornecimento de alimentação, combinando a robustez de sua estrutura, uma equipe de profissionais altamente capacitados e diferenciados no mercado, um portfólio amplo de serviços e produtos especiais e uma notável capacidade de antecipar necessidades e superar as expectativas dos clientes. Tudo isso é sustentado por processos sólidos de qualidade e segurança dos alimentos, rigorosamente definidos e executados, garantindo confiabilidade, inovação, segurança e alto padrão de atendimento em todas as operações.”

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“A GRSA é uma empresa que merece nosso reconhecimento pela qualidade dos serviços prestados e pela parceria construída ao longo dos anos. Na RD Saúde, contamos com a GRSA desde 1998, o que demonstra a confiança e a solidez dessa relação. Ao longo dessa trajetória, a empresa sempre se mostrou comprometida em atender às nossas necessidades, buscando continuamente melhorias nos processos, na qualidade das refeições, na segurança dos alimentos e no atendimento aos nossos colaboradores.

Além disso, destaca-se pela sua capacidade de adaptação às mudanças e pelo empenho em manter um relacionamento transparente e colaborativo. Por esses motivos, indico a GRSA como uma das melhores empresas de alimentação, não apenas pela excelência operacional, mas também pela parceria de longa data, baseada em confiança, comprometimento e busca constante por resultados de qualidade.”

O que esses reconhecimentos têm em comum?

Os depoimentos de diferentes clientes mostram que alguns atributos aparecem de forma recorrente quando falamos sobre a atuação da GRSA:

Qualidade

Produtos, refeições e serviços que atendem a altos padrões.

Confiança

Parcerias construídas e mantidas ao longo dos anos.

Excelência operacional

Uma operação eficiente, organizada e comprometida com resultados.

Flexibilidade

Capacidade de entender diferentes necessidades e adaptar a operação.

Segurança alimentar

Um compromisso essencial para garantir qualidade e tranquilidade aos clientes e colaboradores.

Experiência

Uma alimentação pensada também para as pessoas que utilizam o serviço todos os dias.

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Mais do que um prêmio, uma parceria reconhecida

O Prêmio Indicados InfraFM representa uma oportunidade de olhar para o trabalho realizado diariamente e enxergar seu impacto pela perspectiva de quem está do outro lado da operação.

Ser reconhecida novamente pelos clientes reforça o compromisso da GRSA em construir relações baseadas em qualidade, confiança, colaboração e evolução contínua.

Cada operação tem suas particularidades. Por isso, mais do que oferecer um serviço de alimentação, nosso trabalho é entender cada negócio, suas pessoas e seus desafios para construir soluções que façam sentido para cada realidade.

Obrigado pela confiança!

A GRSA agradece aos clientes que reconheceram nosso trabalho nesta edição do Prêmio Indicados InfraFM e a todos os colaboradores que fazem parte dessas histórias todos os dias.

Esse reconhecimento também é de vocês.

Conheça a GRSA
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Alimentação corporativaGestão de pessoas
Tami Tereda

Employee experience: o que é e como a alimentação pode fazer parte?

Employee experience deixou de ser uma pauta restrita ao RH. A forma como o colaborador vivencia o dia a dia dentro da organização influencia sua percepção sobre a empresa, seu bem-estar e sua relação com o trabalho.

Esse olhar ganhou espaço à medida que as empresas passaram a perceber que cuidar das pessoas vai muito além de oferecer benefícios. Ambiente, liderança, desenvolvimento, reconhecimento e os diferentes momentos da jornada contribuem para construir a experiência do colaborador.

Neste artigo, você vai entender o que é employee experience, como ela se diferencia de engagement, quais são alguns dos principais pontos de contato da jornada do colaborador e, principalmente, como a alimentação corporativa pode fazer parte dessa experiência.

O que é employee experience e qual a diferença para engagement?

Employee experience é a soma das interações que um colaborador tem com a empresa ao longo da sua jornada, desde o primeiro contato no processo seletivo até o desligamento.

Ela envolve diferentes aspectos da relação entre pessoas e organização: ambiente físico, cultura, tecnologia, qualidade das lideranças, benefícios, oportunidades de desenvolvimento e cada ponto de contato que influencia a percepção do profissional sobre seu trabalho.

Engagement é diferente. Ele representa um estado de comprometimento e motivação do colaborador em determinado momento.

Uma empresa pode ter colaboradores engajados e, ainda assim, apresentar pontos de atrito na jornada. Por isso, compreender a experiência como um todo ajuda a identificar oportunidades de melhoria que vão além de uma única métrica.

 Por que falar sobre employee experience?

A experiência do colaborador está diretamente relacionada à forma como as pessoas percebem o ambiente em que trabalham.

Quando diferentes pontos da jornada são pensados de maneira mais cuidadosa, a empresa pode fortalecer aspectos importantes da relação com seus profissionais, como pertencimento, bem-estar e conexão com a organização.

Esse olhar também se aproxima de um desafio cada vez mais relevante para as empresas: a retenção de pessoas.

Reter profissionais não depende de uma única iniciativa. Desenvolvimento, liderança, reconhecimento, benefícios e cuidado fazem parte de uma construção contínua.

Os pontos de contato que formam a jornada do colaborador

A jornada do colaborador é composta por diferentes etapas. Cada uma delas contribui para a percepção que o profissional constrói sobre a empresa.

Recrutamento e seleção

A experiência começa antes mesmo da contratação. A qualidade do processo seletivo, a comunicação durante as etapas e a forma como os candidatos são tratados já transmitem sinais sobre a cultura e o cuidado da organização com as pessoas.

Onboarding

Os primeiros meses têm um papel importante na adaptação do profissional. Um onboarding bem estruturado pode facilitar a integração, fortalecer o senso de pertencimento e contribuir para uma experiência mais positiva desde o início.

Dia a dia operacional

É no cotidiano que grande parte da experiência acontece.

Reuniões, ferramentas, ambiente físico, relacionamento com a liderança, momentos de pausa e até a alimentação fazem parte das experiências que o colaborador vivencia durante sua rotina.

São pontos que podem parecer pequenos isoladamente, mas que, juntos, ajudam a formar a percepção sobre o ambiente de trabalho.

Desenvolvimento e crescimento

Ter clareza sobre oportunidades de desenvolvimento e crescimento também contribui para uma relação mais positiva com a empresa.

Na GRSA, essa é uma jornada que vem ganhando espaço, especialmente por meio de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de lideranças e ao cuidado com as pessoas.

Um exemplo é o aplicativo GPSVC, que reúne informações de folha de pagamento, benefícios e código de ética e já disponibilizou mais de 9 milhões de treinamentos corporativos com certificado.

Reconhecimento

Reconhecimento não se limita a recompensas financeiras. Feedbacks, valorização e oportunidades de participação também podem contribuir para fortalecer o vínculo entre profissionais e organização.

Offboarding

A experiência também envolve o momento de saída.

A forma como a empresa conduz o desligamento pode influenciar a percepção do profissional sobre a organização e, consequentemente, sua marca empregadora.

Na GRSA, tratamos o refeitório como ponto de contato estratégico do ciclo do colaborador: um espaço onde cultura, bem-estar e experiência se encontram de forma concreta, todos os dias.

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Onde a alimentação corporativa entra na employee experience

O restaurante corporativo é um dos pontos de contato mais frequentes e abrangentes da employee experience, alcançando diariamente colaboradores de diferentes áreas, cargos e turnos. Por estar presente na rotina, o momento da refeição pode contribuir para a percepção que o profissional constrói sobre a empresa e sobre o cuidado que recebe no ambiente de trabalho.

Quando a refeição é boa, equilibrada e servida num ambiente acolhedor, o colaborador percebe cuidado. Quando é ruim ou descuidada, o sinal que chega é o oposto, por mais que a empresa invista em outros programas de bem-estar. A alimentação funciona como um termômetro diário de como a organização trata as pessoas.

Há também o impacto direto na produtividade. Refeições nutricionalmente adequadas influenciam os níveis de energia, a concentração e o humor no período da tarde, que é justamente quando o desempenho costuma cair nas equipes. Uma alimentação corporativa bem planejada não é só um benefício, é uma alavanca de resultado.

O espaço do refeitório cumpre ainda uma função que poucos gestores contabilizam, pois ele é um dos únicos momentos do dia em que colaboradores de áreas diferentes se encontram fora de uma reunião, sem agenda e sem hierarquia visível. Esse tipo de convivência informal fortalece a cultura, o senso de coletividade e os vínculos entre times.

Na GRSA, trabalhamos com empresas que decidiram tratar o restaurante corporativo como parte da estratégia de employee experience, e não só como serviço de suporte. O resultado é um serviço planejado para o colaborador, não só para a logística. 

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Como avaliar a experiência dos colaboradores?

Não é necessário começar tentando estruturar uma estratégia completa de employee experience.

Um primeiro passo pode ser entender como os colaboradores percebem os diferentes momentos da sua jornada.

Algumas perguntas podem ajudar:

  • Como os colaboradores avaliam o ambiente de trabalho?
  • Quais são os principais pontos de atrito no dia a dia?
  • Como percebem a atuação das lideranças?
  • Sentem que possuem oportunidades de desenvolvimento?
  • Quais benefícios realmente fazem diferença?
  • Como avaliam os momentos de pausa e alimentação?
  • Em quais pontos a empresa poderia demonstrar mais cuidado?

Esse diagnóstico ajuda a identificar onde estão as oportunidades e quais iniciativas podem gerar mais impacto para as pessoas.

Employee experience se constrói no cotidiano

Programas pontuais de reconhecimento, eventos de integração e pacotes de benefícios têm o seu valor, mas não sustentam sozinhos a percepção que o colaborador acumula ao longo do tempo. O que define a employee experience, no fim, é o que acontece nos dias comuns, nas pequenas interações, no ambiente que a empresa oferece a cada hora do expediente.

O almoço de hoje também faz parte dessa construção. E quando a empresa cuida desse momento com a mesma seriedade que cuida de outros pilares da gestão de pessoas, o resultado aparece nos números que importam para o negócio.

Sua empresa sabe qual papel o restaurante corporativo exerce na experiência dos colaboradores?

Conheça como a GRSA estrutura soluções de alimentação corporativa pensadas para empresas que querem transformar cada refeição em uma experiência alinhada às necessidades das pessoas e ao propósito do negócio.

Quero conhecer as soluções GRSA
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Alimentação corporativaLegislação e Benefícios Fiscais
Tami Tereda

Reforma tributária e alimentação corporativa: o que muda para quem tem restaurante corporativo

Por muito tempo, a decisão entre manter um restaurante corporativo em autogestão ou contar com uma gestão especializada foi analisada principalmente por critérios como custo, controle, qualidade e operação. Mas uma nova variável começa a ganhar espaço nessa discussão: a tributação.

A Reforma Tributária está mudando a lógica de apuração e aproveitamento de créditos sobre o consumo. E, com ela, decisões que antes pareciam restritas à operação passam a ter uma relação mais próxima com a estratégia tributária da empresa.

É aí que surge uma pergunta que merece ser feita:

O modelo de gestão do restaurante corporativo que funciona hoje continuará sendo o mais eficiente no novo cenário?

A resposta não está em simplesmente escolher entre autogestão ou terceirização. Antes disso, é preciso entender o que muda na estrutura atual e quais oportunidades podem surgir a partir dessa transformação.

Uma mudança que vai além dos impostos

Instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, a Reforma Tributária substitui gradualmente o modelo atual de tributação sobre o consumo por uma estrutura baseada na CBS, de competência federal, e no IBS, de competência estadual e municipal.

Mais do que trocar tributos, a mudança altera a lógica de apropriação dos créditos.

No novo modelo, a organização das compras, dos contratos, dos fornecedores e da documentação fiscal ganha ainda mais importância para o aproveitamento dos créditos tributários.

E é justamente aqui que a alimentação corporativa entra nessa conversa.

Porque a forma como o restaurante é organizado pode influenciar a forma como seus custos se comportam dentro dessa nova lógica.

O que quase sempre fica fora da primeira análise

Imagine uma empresa que administra seu próprio restaurante. Ela compra alimentos e bebidas, produtos de limpeza e descartáveis. Contrata e administra a equipe. Gerencia fornecedores. Cuida do espaço e de toda a estrutura necessária para manter a operação funcionando.

À primeira vista, tudo isso parece fazer parte apenas da gestão cotidiana do restaurante. Mas existe uma segunda camada nessa estrutura.

Na autogestão, uma parcela relevante dos custos está relacionada a salários, encargos e outros gastos internos. Esses componentes não geram créditos de IVA, fazendo com que parte dos tributos permaneça incorporada ao custo da operação, sem possibilidade de compensação.

Isso significa que uma estrutura que sempre foi avaliada principalmente pelo seu custo operacional pode precisar ser analisada agora por uma perspectiva mais ampla.

Não se trata apenas de quanto custa manter o restaurante. Trata-se de entender como cada componente desse custo se comporta no novo cenário tributário.

Quando uma escolha operacional passa a ser também uma escolha tributária

Essa talvez seja uma das principais descobertas para empresas que mantêm restaurantes corporativos próprios.

A Reforma Tributária não determina que a autogestão deixou de ser uma alternativa viável. Tampouco significa que terceirizar automaticamente representa uma vantagem.

O que muda é a necessidade de olhar para a operação de uma maneira diferente.

Compras, fornecedores, contratos, equipe, documentação fiscal e estrutura administrativa passam a fazer parte de uma mesma análise.

E quando todos esses elementos são colocados na mesma conta, uma pergunta começa a fazer sentido: o modelo atual está aproveitando da melhor forma possível as oportunidades do novo cenário?

A resposta pode estar nos detalhes da operação

Para descobrir isso, não basta olhar para a alíquota ou para o valor total pago pela empresa. É preciso entender como a operação está estruturada.

Algumas perguntas ajudam a revelar onde estão os impactos:

  • Quem realiza as compras dos alimentos e demais insumos?
  • Como os fornecedores estão organizados e enquadrados no novo sistema?
  • Existem profissionais dedicados exclusivamente à gestão do restaurante?
  • Quanto da estrutura administrativa da empresa está relacionada à operação?
  • Como estão estruturados os contratos com fornecedores e prestadores?
  • A documentação fiscal utilizada está adequada às novas regras?
  • Quais componentes da operação podem gerar créditos e quais não geram?
  • Quanto custa, de fato, manter internamente toda essa estrutura?

Essas perguntas ajudam a transformar uma discussão tributária abstrata em uma análise concreta da operação.

E se o modelo que sempre funcionou precisar ser reavaliado?

A autogestão pode continuar fazendo sentido para muitas empresas.

O ponto é que uma decisão tomada em um contexto tributário anterior não necessariamente deve ser mantida sem uma nova avaliação.

A Reforma Tributária cria uma oportunidade para revisitar modelos que foram construídos ao longo dos anos e entender se eles continuam respondendo às necessidades atuais e futuras da organização.

Isso significa colocar na mesma análise:

custo + operação + tributação + complexidade administrativa.

A comparação deixa de ser apenas “quanto custa terceirizar?” e passa a ser:

“Qual modelo oferece a estrutura mais eficiente para a minha empresa no novo cenário?”

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Autogestão ou gestão especializada: o que muda nessa comparação?

Na autogestão, a empresa mantém sob sua responsabilidade a compra de insumos, a contratação da equipe, a administração do restaurante, a gestão de fornecedores e toda a estrutura relacionada à operação.

Na gestão especializada, parte dessa complexidade passa para um parceiro que concentra compras, equipe, gestão operacional, fornecedores e documentação relacionada ao serviço.

Essa diferença pode ganhar ainda mais relevância no novo contexto tributário.

Uma gestão especializada pode oferecer:

  • Estrutura centralizada de compras;
  • Maior poder de negociação com fornecedores;
  • Equipe especializada sem vínculo empregatício com a empresa contratante;
  • Gestão estruturada da cadeia de fornecedores;
  • Organização da documentação fiscal;
  • Redução da complexidade administrativa interna;
  • Acompanhamento da operação por indicadores;
  • Potencial de aproveitamento de créditos, conforme a legislação aplicável e a análise tributária individualizada.

Mas existe um ponto importante:

terceirizar não significa, por si só, gerar um ganho tributário.

O impacto depende do enquadramento tributário da empresa, da estrutura contratual e de como toda a operação está organizada.

Por isso, a comparação precisa ser feita com números e informações reais da empresa.

A decisão não deve considerar apenas a tributação

Existe ainda outro ponto que merece atenção.

Mesmo em um cenário em que a eficiência tributária ganha relevância, a decisão sobre o modelo de alimentação corporativa não deve ser tomada olhando exclusivamente para impostos.

Qualidade e segurança alimentar, gestão de fornecedores, logística, compliance, sustentabilidade, experiência do colaborador e acompanhamento por indicadores continuam sendo elementos importantes da operação.

Uma mudança de modelo precisa fazer sentido para o negócio como um todo.

A oportunidade está em descobrir como equilibrar eficiência tributária e eficiência operacional  e não em escolher uma delas.

O que sua empresa pode descobrir ao revisar a operação?

Uma análise estruturada pode revelar situações que não estavam claras no modelo atual.

Pode mostrar, por exemplo, quanto da estrutura interna está dedicada ao restaurante, quais custos não geram créditos, onde existem oportunidades na cadeia de fornecedores ou quanto da complexidade administrativa poderia ser reduzida.

Também pode ajudar a comparar, de forma objetiva, o custo total da autogestão com uma estrutura de gestão especializada.

O primeiro passo é mapear a realidade atual.

A partir desse diagnóstico, a empresa pode avaliar:

  • Modelo atual de gestão;
  • Distribuição de responsabilidades;
  • Estrutura detalhada de custos;
  • Cadeia de fornecedores;
  • Contratos e documentação fiscal;
  • Equipe dedicada à operação;
  • Potencial de aproveitamento de créditos;
  • Custos administrativos;
  • Indicadores de desempenho e eficiência.

Um diagnóstico rápido já começa com perguntas diretas: quem realiza as compras dos alimentos? Há equipe dedicada exclusivamente à gestão do restaurante? Existe estratégia para aproveitamento de créditos tributários?

Só depois dessa fotografia é possível entender qual caminho faz mais sentido.

Uma nova pergunta para uma nova realidade

A Reforma Tributária ainda está em processo de implementação, com transição prevista até 2033.

Isso significa que as empresas têm uma oportunidade importante: avaliar sua estrutura antes que as novas regras estejam completamente implementadas.

Para quem mantém um restaurante corporativo, esse pode ser o momento de olhar para uma operação que já faz parte da rotina há anos e fazer uma pergunta diferente:

Se as regras mudaram, será que a melhor forma de administrar essa operação continua sendo a mesma?

Talvez a resposta seja sim.

Talvez seja necessário fazer ajustes.

Ou talvez a análise revele uma oportunidade de repensar completamente o modelo.

O mais importante é descobrir isso com antecedência e com base em dados.

Como a GRSA pode ajudar nessa descoberta

A GRSA acompanha as mudanças da Reforma Tributária e apoia empresas na avaliação dos impactos sobre suas estruturas de alimentação corporativa.

Esse trabalho pode envolver:

Diagnóstico da estrutura atual
Mapeamento da operação, incluindo equipe, compras, fornecedores, contratos e documentação fiscal.

Mapeamento da cadeia de suprimentos
Análise de como os diferentes componentes da cadeia se comportam diante do novo modelo tributário.

Simulações financeiras
Comparação entre a estrutura atual e diferentes possibilidades de gestão, considerando o potencial de aproveitamento de créditos conforme a legislação aplicável.

Avaliação tributária com especialistas
Análise individualizada para identificar oportunidades de acordo com o enquadramento de cada empresa.

Plano de transição
Quando uma gestão especializada fizer sentido, estruturação de uma transição planejada, sem interrupção do serviço aos colaboradores.

ebook reforma tributaria news

Antes de decidir, descubra o que os números dizem

A Reforma Tributária não traz uma resposta pronta sobre qual modelo de alimentação corporativa é melhor. Ela traz uma nova realidade e uma oportunidade para as empresas revisitarem decisões que, muitas vezes, foram tomadas em outro contexto.

O próximo passo não precisa ser mudar o modelo, pode ser simplesmente entender se ele continua sendo o mais eficiente. E essa descoberta começa com um diagnóstico.

Baixe o e-book da GRSA sobre Reforma Tributária e alimentação corporativa e aprofunde sua análise sobre os impactos da nova legislação, os modelos de gestão e as oportunidades para sua empresa.

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Conclusão

A Reforma Tributária traz uma nova variável para uma decisão que muitas empresas já conhecem: como gerir seu restaurante corporativo.

Mais do que mudar impostos, o novo cenário convida as empresas a revisarem custos, processos e modelos de gestão para entender se a estrutura atual continua sendo a mais eficiente.

Talvez a melhor decisão, agora, seja começar pela pergunta: o seu modelo está preparado para o que vem pela frente?

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Alimentação corporativaGestão de pessoas
Tami Tereda

Geração Z no mercado de trabalho: expectativas e perspectivas

A geração Z no mercado de trabalho já não é tendência futura. Segundo projeções da Zurich Insurance e do Fórum Econômico Mundial, essa geração representa 27% da força de trabalho global em 2025, e a participação segue crescendo. Para empresas que dependem de atrair e reter talentos nos próximos anos, entender o que move esses profissionais deixou de ser opcional.

O que torna esse tema mais complexo do que parece é que a geração Z no trabalho não é difícil de reter por capricho. É porque identifica, com rapidez, a distância entre o que uma empresa promete e o que entrega no cotidiano.

Gestores que tratam essa geração como enigma cultural perdem tempo. Os que tratam como dado de mercado, com expectativas específicas, padrões de avaliação próprios e baixa tolerância para inconsistência, têm muito mais condições de agir.

A GRSA acompanha de perto como o ambiente de trabalho, incluindo a qualidade da alimentação corporativa, afeta a percepção que os colaboradores têm das empresas. E o que essa geração revela sobre esse ponto merece atenção.

Quem é a geração Z no contexto profissional

Nascidos entre 1997 e 2012, os profissionais da geração Z no trabalho são os primeiros nativos digitais de fato. 

Iniciaram sua vida adulta em um período marcado por transformações profundas, como a pandemia, pela crise climática e pela polarização, fatores que moldam não só visão de mundo, mas expectativas concretas sobre o que significa uma relação de trabalho saudável.

Uma pesquisa da Deloitte mostra que 49% dos profissionais da geração Z abandonariam seus empregos em até dois anos caso os valores da empresa ou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional não estivessem alinhados com suas expectativas. Não é impaciência, é coerência com uma geração que cresceu aprendendo a verificar informações e identificar contradições.

O ManpowerGroup aponta que 47% dos profissionais da geração Z pensam em pedir demissão nos próximos seis meses, o maior índice entre todas as gerações. Compreender o que está por trás desse número é mais produtivo do que reagir a ele com frustração.

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O que a geração Z espera das empresas

Com base em dados consistentes de pesquisa, algumas prioridades se repetem de forma expressiva entre os profissionais da geração Z e trabalho.

Propósito e alinhamento de valores estão no topo. Essa geração quer entender para que a empresa existe além do lucro, avaliando se esse propósito se manifesta nas decisões do dia a dia, não só na comunicação institucional.

Saúde mental e bem-estar deixaram de ser benefício diferencial para se tornar expectativa de base. Pesquisas indicam que 40% da geração Z se sente estressada na maior parte do tempo, sendo que 36% atribuem esse estresse diretamente ao trabalho. Empresas que ignoram esse dado têm dificuldade crescente de reter essa geração.

Flexibilidade real, não apenas no papel, e desenvolvimento acelerado de carreira completam o quadro. 

Cerca de 72% dos profissionais da geração Z afirmam que é importante ter socialização presencial com os colegas, o que desfaz a narrativa de que essa geração quer apenas trabalho remoto. O que querem é autonomia sobre como e quando trabalham, combinada com ambientes que valham a presença.

O salário emocional aparece com peso crescente nas avaliações dessa geração sobre empregadores, englobando exatamente esses fatores não financeiros que definem se a empresa entrega o que promete.

Autenticidade acima de tudo: por que iniciativas superficiais não funcionam

A geração Z cresceu com acesso irrestrito à informação e desenvolveu alta capacidade de identificar performance de benefício. Uma empresa que anuncia cultura aberta mas mantém hierarquia rígida, que promete flexibilidade mas monitora presença, ou que fala em bem-estar mas entrega um ambiente físico descuidado perde credibilidade rapidamente e raramente recupera.

Esse é o ponto que a maioria dos artigos sobre geração Z e benefícios não aprofunda. Não basta ter os benefícios certos no pacote de atração. O que essa geração avalia é a coerência entre discurso e entrega no cotidiano. Um programa de saúde mental comunicado com destaque perde efeito se a cultura interna normaliza excesso de horas e reuniões fora do horário.

A employee experience importa para todas as gerações, mas para a geração Z ela é verificada ativamente. Esses profissionais consultam avaliações no Glassdoor antes de aceitar uma proposta, conversam com pessoas que já trabalharam na empresa e percebem inconsistências com velocidade que gerações anteriores não tinham.

Como adaptar a empresa para atrair e reter a geração Z

O ponto de partida prático para geração Z e retenção é auditar os pontos de contato do cotidiano antes de criar novos programas. O que o colaborador experimentou na primeira semana? Como é o espaço físico? A alimentação disponível comunica cuidado ou descaso? A liderança é o que a empresa comunica?

A geração Z forma opinião sobre o empregador com base na soma dessas experiências cotidianas, e não nos eventos de integração ou nos benefícios listados na proposta.

  • Comunicação direta e sem ambiguidade. Transparência sobre decisões, metas e pontos críticos da empresa constrói mais confiança do que comunicação polida e vazia.
  • Espaços de escuta real. Feedbacks coletados e ignorados são piores do que nenhuma pesquisa de clima. A geração Z percebe quando a escuta é protocolo, não intenção.
  • Qualidade do ambiente físico e da alimentação. O bem-estar dos colaboradores começa no que a empresa oferece concretamente no dia a dia. Um refeitório bem estruturado, com opções variadas e ambiente acolhedor, comunica cuidado de forma tangível, e essa geração lê esses sinais com precisão.

O que muda no cotidiano de empresas com alta presença de Gen Z

As adaptações mais efetivas são as menos espetaculares. Flexibilidade de horário com autonomia reduz rotatividade de forma mensurável. Salas de descompressão e espaços de pausa que funcionam de verdade, sem cultura que iniba o uso, têm impacto direto na percepção de bem-estar.

No cardápio do refeitório, a presença de opções plant-based, a transparência sobre ingredientes e a variedade ao longo da semana são detalhes que essa geração avalia como sinal de que a empresa presta atenção em quem trabalha ali. A alimentação coletiva bem planejada entra nesse conjunto como um dos poucos pontos de contato que alcança todos os colaboradores, todos os dias.

O reconhecimento frequente, não apenas no ciclo anual de avaliação, e a comunicação interna sem excesso de formalidade completam o quadro do que essa geração percebe como ambiente em que vale ficar.

Geração Z no trabalho: substância no cotidiano, não promessa na vaga

A geração Z não é difícil de reter, mas é difícil de convencer sem substância. Empresas que entregam no cotidiano o que prometem na vaga, no ambiente físico, na alimentação, na comunicação e na flexibilidade real, constroem relações genuínas com essa geração.

O que muda quando essa geração está no centro da estratégia de pessoas não é o pacote de benefícios. É a consistência entre o que a empresa diz ser e o que ela é de fato, todos os dias.

Veja como a GRSA estrutura a alimentação corporativa para empresas que querem construir um ambiente de trabalho que a geração Z escolhe ficar.

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